quarta-feira, 30 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
III Encontro de Contadores de Histórias de Cultura Tradicional
Viva!
Encerramos o ciclo.
O III Encontro de Contadores de Histórias de Cultura
Tradicional aconteceu no XVII Revelando São Paulo.
Chegamos cedo, eu mais meu amor-artista-companheiro - conhecido como Cláudio Donato.
Na entrada do “mundo” que é o Revelando, encontramos um
canto e ficamos impressionados com o tamanhão.
Todas as chitas que recolhi até agora, mais as que a amiga
Reiko emprestou, foram as escolhidas para cercar as nossas histórias com suas
muitas flores. Uma delas foi responsável
por quebrar o canto, que não precisava pra acumular; virou lugar de se ajeitar.
Estendemos o tapete, que nem quando a gente quer que a sala
fique mais aconchegante e espalhamos almofadinhas no chão... A amiga Tâmara foi
vendo tudinho e mandou de presente os móveis da casa: um banco pra prosear,
mais uma porção de toco que arrumamos num círculo, pra que a turma toda pudesse
sentar.
Eu convidei bastante gente!
E veio gente de perto, de mais ou menos perto, de longe e de
muito longe pra contar as histórias que chegavam.
Teve visita com tudo que é sotaque, reencontramos amigos,
fizemos novos amigos e o tempo foi sentido de outro jeito afinal, o tempo do
Revelando é outro.
Algumas visitas vinham todo dia e já não precisavam mais
pedir licença... Depois de um tempo, a
pessoa não é mais visita; vira moradora:
Bete veio de Cruzeiro, trouxe seu violão e sua voz poderosa
de linda, logo na primeira hora do dia e sempre sem energia elétrica, que quer
dizer sem microfone.
Jacy Pataxó vinha quietinha com sua doçura e quando começava
a contar, a gente escutava seu tamanho e sua força de mulher guerreira. Nunca
vi explicação de nome mais bonita do que a da sua etnia: Pataxó. A música do
passarinho vinha em minha cabeça todo dia pela manhã.
Maria Sardinha chegava já pronta, com brinquinhos e sorriso
largo pra brincar com a véia da cacarada e sua música, que teimava em aparecer
de noite, quando eu ia me deitar.
Coronel Kalon Gypsie Kambulin, do povo cigano, desfez
mentiras e me aguçou a curiosidade sobre o acampamento e costumes de um povo
tão antigo.
Foi chegando mais visita, mas foi tanta... O Povo das
Histórias chegou e encantou mais ainda o espaço!
Teve todo jeito de contar: com violão, com percussão, com
acordeom, com a cantiga entoada, com a brincadeira embalando o corpo, com o
boneco que falava, com o jeito caipira e moda de viola, com o corpo que contava
e com somente a voz encorpada.
Quero que vocês recebam as imagens e que elas possam colaborar para que sintam a
atmosfera criada nesses oito dias que estivemos no Parque da Vila Guilherme, acolhidos
pelo Revelando São Paulo, o grande Encontro da Cultura Paulista Tradicional.
Fiquei honrada por organizar este Encontro!
Gratidão, querid@s amig@s contador@s de histórias!
Gratidão, querid@s amig@s contador@s de histórias!
Oito dias. Se oito é infinito...
Que seja infinito!
Inté.
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Oficina de Férias!
Nesses dois encontros, percorreremos o caminho poético para contar histórias por meio de vivências e expressões artísticas.
Faremos um lanche coletivo - traga uma comidinha pra compartilhar!
Valor: R$ 200,00
Local: Brechó Dricah! & Afins (R. Adoniran Barbosa, 33 - Pq. Renato Maia - Guarulhos/SP)
Inscrições: acasadashistorias@gmail.com
Informações: (11) 9 72358575
Vagas limitadas!
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Histórias que voam - 08/06
Gente,
No sábado, (08/06), estarei no Espaço de Leitura do Parque da Água Branca.
Quem já conhece, sabe que o espaço é uma delícia!
Quem ainda não o conhece pode aproveitar a oportunidade, né messss?
Os passarinhos, dizem, são mensageiros das coisas que acontecem lá no céu. Voam tanto… Mas, pousam vez ou outra, em histórias que são contadas pelo mundo. Para esta apresentação, Débora Kikuti, contadora de histórias desde os nove anos, carrega a tradição familiar de narrar histórias: em cada geração, uma pessoa de sua família fica responsável por disseminar esta arte; ela aprendeu com sua avó e, hoje, além de contar para seus familiares, transformou a contação de histórias em seu ofício.
No sábado, (08/06), estarei no Espaço de Leitura do Parque da Água Branca.
Quem já conhece, sabe que o espaço é uma delícia!
Quem ainda não o conhece pode aproveitar a oportunidade, né messss?
8 de junho, sábado, às 11h
Contação de histórias – Histórias que voam
Com Débora Kikuti
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Estação Literária - Guararema/SP
A Estação Literária de Guararema é uma graça! Um lugar bonito, charmoso... precisa ver!
Contei histórias em um teatro.
O menino até pulou, querendo entrar na história...
Daí, eu pensei: o espaço tá pouco!
Então, propus que fôssemos pro espaço aberto, lugar de histórias voarem... de meninos pularem...
Chegamos!
Primeiro, eu trouxe a chuva, num toco de pau... o pau-de-chuva, pra lavar a alma!
_Como é qui é, tia?
Aproximem-se, aproximem-se!
Contei histórias em um teatro.
O menino até pulou, querendo entrar na história...
Daí, eu pensei: o espaço tá pouco!
Então, propus que fôssemos pro espaço aberto, lugar de histórias voarem... de meninos pularem...
Chegamos!
Primeiro, eu trouxe a chuva, num toco de pau... o pau-de-chuva, pra lavar a alma!
_Como é qui é, tia?
Aproximem-se, aproximem-se!
Eu trouxe algo de presente pra vocês...
Eu trouxe o Tempo...
Pra gente brincar com ele!
Cada um ao seu jeito...
_Tia, o Tempo tá suando a minha mão!
Segura, menino! Senão, o Tempo escapa...
Mas, depois de enredados, a gente solta o Tempo...
Já compreendemos:
O Tempo passa...
Mas, lá dentro a gente sente...
O tambor bate forte em nosso peito e anuncia: as histórias nos mantém vivos!!!
Sempre!!!
Convite feito pela Naiara Fiorda, da Estação Literária de Guararema:
Registro fotográfico da Cleuza Correia, querida!
Gratidão!
domingo, 12 de maio de 2013
Mãe - ter e ser
Hoje eu só quero agradecer!
Agradecer à minha mãezinha querida, por existir e por me deixar existir!
Agradecer por ser minha referência de bondade, coragem, beleza, honestidade e fé!
Agradecer pelo sustento, pelo sopro de alento, pelos carinhos infinitos, pelo seu cheiro!
Agradecer pela comida gostosa, pelos muitos cuidados, pelos presentes constantes!
Agradecer ao seu amor imenso, intenso e infinito!
Agradecer pelo sono sem medo!
Agradecer por suas preces, que fortaleceram o meu anjo de guarda e minha vida!
Agradecer por ter "amolecido"!
Agradecer por me ligar tantas vezes!
Agradecer por sua risada!
Agradecer por ser tão verdadeira!
Agradecer por ser tão gente!
Agradecer por me mostrar como é que é ser mãe!!!
Agradecer por ser a melhor!!!
Agradecer à minha filhinha, por existir dentro e fora de mim!
Agradecer por ser a companheira de sempre, pelo seu cheiro, por sua pele!
Agradecer pelo aprendizado constante, pelo som de seu coração!
Agradecer pelas muitas histórias escutadas!
Agradecer pelas histórias inventadas!
Agradecer por me fazer dormir, tantas vezes!
Agradecer pelos bilhetinhos profundos, com poucas palavras, com muitos desenhos!
Agradecer pelos "mamãe, eu te amo!"!!!
Agradecer por exigir minha presença, pela saudade!
Agradecer pelos carinhos, pelas risadas!
Agradecer por termos brincado!
Agradecer por "furar o disco", de tanto tocá-lo!
Agradecer por todas as danças!
Agradecer por ter procurado todos os ovos!
Agradecer por ter questionado a existência do Papai Noel!
Agradecer o tradicional café da manhã de aniversário, com a cara amassada!
Agradecer por me lembrar: "Mamãe, você vai sair assim?" (corri e botei outra roupa)!
Agradecer por me achar linda!
Agradecer por todas as perguntas!
Agradecer pelo frio na barriga!
Agradecer pelo amor maior que existe!
Agradecer por ter crescido!
Agradecer por ser quem é...especial!
Agradecer por ser a melhor filha do mundo!!!
Agradecer por me deixar ser mãe!
Agradecer, por poder agradecer!
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Sesc Ipiranga - 07/04/13
Histórias que chegam com a Noite
"Vagalum tem tem
Teu pai tá aqui
Tua mãe também!"
(domínio público)
Assim começou o nosso encontro...alumiado pelos vaga-lumes!
História de noite que pode chegar cheirosa, feito flor de laranjeira.
História de noite que pode ser fedida, feio pum de monstro!
Lá em cima da noite...
E aqui, dentro da gente.
A menina, em pé, dentro de mim... Junto com a noite...
Os mistérios e sortilégios que a noite nos traz, encantou as gentes todas.
As histórias ficam felizes quando tem bastante gente que gosta tanto de escutá-las!!!
Gente adulta, que se larga, feito criança...
Que entra na roda, pra celebrar!
Que fica pertinho... Pra se despedir!!!
Que agradece. verdadeiramente!!!
Uma delícia poder compartilhar essas histórias com vocês, queridas pessoas presentes!!!
Gratidão!
Fotos: Cláudio Donato
Sesc Ipiranga - 06/04/13
Árvores mágicas
"A árvore cresceu dentro de mim...
Enraizou, enraizou: eu!" (Débora Kikuti)
Foi assim, cantando, que a primeira história chegou...
Tava gostoso!
Tanto assim, que a criança andava livremente e a moça se esparramou no chão, naturalmente.
E as histórias acontecem, assim.
O menino de joelho no chão, rodava a bolacha que deveria servir de assento. Coisa de criança, que tudo tranforma em brincadeira!
Quem disse que precisa ficar quieto pra escutar histórias, hein?
Gentes de todas as idades, reafirmando em mim a certeza de que as histórias são pra todas as pessoas, independente da idade.
A roda! Elemento mágico, celebrando o nosso encontro!
Os olhares que se (re)encontraram, as risadas gostosas, as mãos unidas, a canção mágica.
Amigos queridos, presente recebido!
Gratidão, gente!!!
quarta-feira, 3 de abril de 2013
terça-feira, 30 de outubro de 2012
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