Mas sabe como é, sábado tem contação na praça. A febre, como num passe de mágica, passou - um pouco. E eu fui à praça.
E foi isso. Mais um sábado com a tarefa cumprida, com muito gosto!!!







a Miriam, o Marcos (irmão da Márcia Ribeiro), Cláudio Donato - o amor da minha vida, Eu, a Márcia Ribeiro e a Júlia, sua filha (que aliás adora ouvir histórias).
A Katia Santos (minha grande companheira de trabalho, Artista-educadora das boas!) e o Moa Simplicio (o amor da Katia, também Artista-educador dos bons!) - esse casal é bacana demais...cês não tem idéia! E eu e o meu amor, de novo - e sempre!!!
Marcelo Manzatti - antropólogo, que teve a iniciativa de lançar o Boletim Familiá e o grupo de discussão virtual "culturas populares". Grande divulgador da cultura popular, a Ka e o Moa...
Fernanda - que fará o TCC sobre o meu trabalho, sua filha postiça - também Fernanda, Danilo e Nilde.
Hoje o Danilo - criancinha que aparece na foto - foi com sua mamãe Nilde (de azul) à praça...ele ouviu a história como muita gente grande não consegue...quando eu entoava as cantigas ele balançava o corpo e cantava também, do jeito dele. Seu sorriso clareou até o céu, que chamou o Sol pra mais perto...

A moça de azul, com o celular na mão, já tinha me ouvido no Adamastor (um dos teatros de Guarulhos). O pai, de branco, veio junto com as duas filhas - que me ajudaram a fazer a voz do gigante.
O meu amor, Cláudio Donato, filmou a contação de hoje - o de camiseta branca com a câmera na mão - ele é o responsável pelo registro de todos os sábados e por fazer de minha vida uma alegria sem fim!!!




Por conta do feriado de Páscoa, a praça foi pouco procurada...Chuva miudinha
Bem tímida...
A gente nem percebe o estar
Sente um molhadinho, de leve
Passa a mão pra enxugar
Tem vezes que é breve
Tem outras que é pra ficar
_É São Paulo meu bem, releve!
Até que não tinha tanta gente, mas eu encontrei com o Guilherme - que engraxa sapatos. Ele disse pra gente que vai mudar de ramo: tá economizando pra comprar uma caixa de balas.
O Marcheti, amigo nosso que é do povo do teatro, apareceu e levou o pessoal da Casa de Cultura Sarabanda. O Reginaldo tava passando...e ficou.
Teve gente que o passarinho fez cocô em cima e teve um tróço!!!!!Quase que eu tenho que parar de contar histórias pra acudir!!!
Uma graça de menina, balançava a botinha cor-de-rosa e sorria, bem bonito...a mãe tava preocupada com o marido, que chegou depois e ficou.
Um moço chegou no meio da história, e ficou por ali, brincando com a filha. Quando ele teve que ir embora, fez um gesto de reverência...e foi.
Os póvos e póvas da Sarabanda contaram história também: a equilibrista que fazia suas peripécias enquanto o público torcia pra ela cair...ela deixou cair pétalas de rosa e eles gostaram...aplaudiram...
A história do cabelereiro (dizem que têm muitas delas!) a gente tava louco pra saber o que aconteceria no final!